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    Estudo à qual a BBC News Brasil teve acesso mostra que 55% das pessoas concordam ser importante conversar sobre o luto, "mas geralmente pessoas não estão preparadas para ouvir". Pesquisa inédita mapeou a percepção dos brasileiros sobre cerimônias funerárias Andreas Lischka/Pixabay "Eu sei que a morte virá, mas não me sinto pronto (a) para isso." Você concorda com essa frase? É provável que você faça parte do grupo majoritário de 68% dos entrevistados que, em uma pesquisa inédita, responderam afirmativamente à questão e expuseram a dificuldade dos brasileiros em lidar com a morte. Encomendado pelo Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep) e realizado pelo Studio Ideias, o estudo mapeia a percepção de brasileiros sobre assuntos que vão da realização de cerimônias fúnebres à liberdade que uma pessoa deve ter ou não para decidir sobre o fim da própria vida. O estudo será apresentado na próxima segunda-feira (23), na Semana InspirAÇÕES sobre Vida e Morte, em São Paulo, mas a BBC News Brasil teve acesso com exclusividade à pesquisa. Entre os principais resultados, está a baixa presença do tema no dia-a-dia: 74% afirmam não falar sobre a morte no cotidiano. Os brasileiros associam também a morte a sentimentos difíceis, como tristeza (63%), dor (55%), saudade (55%), sofrimento (51%), medo (44%). Somente uma pequena parcela faz associação a sentimentos que não estão no campo da angústia, como aceitação (26%) e libertação (19%). "Vimos na pesquisa que a morte não é um conceito, mas um conjunto de sentimentos. Sentimentos ruins. A gente cai na definição de angústia para a psicanálise, um conjunto de sentimentos ruins que se manifestam no corpo. Então, estamos colocando a morte muito mais no terreno da angústia do que, talvez, da aprendizagem", aponta Gisela Adissi, estudiosa do tema e presidente do Sincep. Essa dificuldade diante do assunto, porém, é reconhecida entre os entrevistados: em uma escala de 1 a 5 (em que 1 indica estar "nada preparado" e 5 "muito preparado"), a nota foi de 2,6 para a avaliação sobre se o brasileiro está pronto para lidar com a morte; em relação à própria morte, a média cai para 2,1. Longe do cotidiano, perto da dor A pesquisa, baseada em uma amostragem de mil pessoas representativa da população brasileira, mostrou que, quanto mais se envelhece, mais o tema da morte é presente no cotidiano. Este tipo de conversa está presente para 21% dos jovens entre 18 e 24 anos; para aqueles com mais de 55 anos, o percentual salta para 33%. Mas, segundo Camila Holpert, fundadora do Studio Ideias, a pouca diferença entre estas faixas mostra que o tema é um tabu ao longo da vida. "Ainda que haja diferença entre as faixas etárias, ela é baixa. Não é que a passagem do tempo transforme a nossa relação com a morte: quando a gente não conversa sobre ela, não é o tempo que vai simplesmente nos ensinar a lidar com isso", aponta. Falar sobre o tema foi visto por uma parcela significativa dos entrevistados como algo depressivo (48%) e mórbido (28%). A pesquisa mostrou também que os brasileiros têm ressalvas sobre como e com quem falar sobre a morte: 55% concordaram que "é importante conversar sobre a morte, mas as pessoas geralmente não estão preparadas para ouvir". Se para 57% o tema pertence à esfera da intimidade, a maioria apontou amigos e parentes próximos como pessoas mais procuradas para conversar sobre isso. "Primeiro, percebe-se o 'não falar'. E quando se fala, isso é feito no círculo mais íntimo. É como se não fosse uma questão social, como se você olhasse para o vizinho e ele não pudesse estar passando por isso também", observa Holpert. Adissi aponta que, sem falar sobre o tema com mais normalidade, o brasileiro acaba tendo de encará-lo nos momentos mais iminentes: no caso, por exemplo, de uma condição de saúde grave ou da própria morte de alguém na família. A pesquisa lembra que a morte sempre foi um tema difícil para a humanidade, mas condições da modernidade favorecem o afastamento. "É um dado mundial que historicamente nos afastamos da morte com a hospitalização. Antigamente, o doente ficava em casa, recebia visitas ali. Hoje, os hospitais são uma baita negação da morte: tem horário de visita, convívio limitado, a mediação da tecnologia. O que se faz quando morre alguém no hospital? Onde fica o necrotério? Lá na garagem, do lado da lavanderia", aponta Adissi, também fundadora do grupo "Vamos falar sobre o luto". Apressamento e encurtamento O desconforto diante de certos rituais decorrentes da morte chegou a quase metade dos entrevistados: 45% disseram não se sentirem sempre à vontade para ir a um enterro ou velório. Por outro lado, mudanças culturais podem estar transformando também os rituais fúnebres. Afinal, a histórica matriz católica no Brasil tem forte influência na simbologia da morte mas, ao mesmo tempo que a parcela de evangélicos tem crescido, avança também ao longo dos anos o percentual dos brasileiros que consideram não ter religião (de 7,4% da população em 2000 para 8% em 2010). Segundo as pesquisadoras, isso pode estar relacionado à menor importância dada à realização da missa de sétimo dia, ritual vinculado à fé católica. Ele é visto pelos entrevistados como um evento menos necessário que o enterro e velório. Mas a transição não necessariamente traz novos rituais - para Adissi, fundamentais no entendimento sobre o luto. "O que a gente assiste desse lado (no cotidiano dos cemitérios e crematórios): uma pressa muito grande na realização das cerimônias, o desejo de não fazer rituais como o velório", conta. "O apressamento e encurtamento dos rituais é um fenômeno mundial. Inclusive no Oriente, onde às vezes imaginamos que as coisas são muito diferentes. Estamos matando a morte. Talvez precisemos ressignificar os rituais e considerar que o chorar junto faz parte do luto." Ainda segundo a presidente do Sincep, esta supressão do contato com o luto se mostra com outra tendência. "A cremação ainda é incipiente no Brasil. Mas ela vem carregada de uma simbologia: de alguma forma, eu não vejo o que de fato está acontecendo. Então, com exceção de países orientais, a cremação veio como uma solução de negação mesmo. Até de desafeto: nos EUA, por exemplo, as cremações são infinitamente mais baratas, mas trata-se de um não-ritual. É considerada como uma opção para quando não há vínculo afetivo", explica. "No Brasil, via de regra há ritualização com a cremação. Mas esse 'não ver' o processo dá conforto, diferente do sepultamento, que tem uma concretude. A cremação pode ser assistida, mas em 12 anos trabalhando em um crematório, eu só vi três casos de pessoas que quiseram assistir: um indiano, uma pessoa por curiosidade e outra que queria se certificar de que os procedimentos foram feitos corretamente." Desejos sobre o pós-morte, como a decisão entre a cremação ou o sepultamento, ou ainda a doação de órgãos, são também pouco compartilhados por mais da metade dos entrevistados: 54% não falaram para pessoas próximas sobre seus desejos na hora da partida, contra 46% que já abordaram esses assuntos. "Há também um desconhecimento muito grande sobe os processos. No momento que você recebe a notícia da morte de uma pessoa próxima, eu digo que você vai ter entre 60 e 90 decisões e tarefas. São decisões como: o corpo vai ser cremado ou sepultado? Vai ter velório? Que horas? Qual vai ser o tipo do caixão? Quem vai pagar? Há também as tarefas, como: quem vai assinar o atestado de óbito? Quem vai transportar o corpo?", enumera Adissi. Sem cura, mas com entendimento Outra etapa dolorosa no contato com a morte vem com o luto: além da própria perda, não se sabe como lidar com ela. Para 82% dos entrevistados, é verdadeira a frase de que "não tem nada mais sofrido e dolorido que a dor da perda". "O luto não tem cura. O que se pode fazer é passar por um processo de elaboração. Mas, na nossa sociedade, é muito difícil chegar nesse ponto: porque eu me sinto muito solitário, pois quem está em volta não está entendendo", diz Adissi. Em consonância com a predominância feminina de 95% da audiência do site do projeto "Vamos falar sobre o luto", Adissi aponta que, na pesquisa feita pelo Studio Ideias, a conversa sobre a morte se mostrou mais presente entre mulheres (29%) do que homens (22%). Para as pesquisadoras, todo esse tabu afasta discussões sobre cuidados paliativos (assistência multidisciplinar dada a pessoas com condições de saúde graves) e, em última instância, debates maiores como o sobre a eutanásia. No estudo, poucos concordaram que a morte pode ser uma escolha: apenas 13% concordaram com a frase "desistir ou não da vida é uma escolha de cada um e deve ser respeitada" e 11% com "às vezes, morrer pode ser um alívio". Mas, no leito de morte, uma outra pesquisa mostra que os brasileiros estão sofrendo mais do que pessoas em outras partes do mundo. Publicado pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit, o Índice de Qualidade de Morte 2015 mostrou o Brasil em 42ª colocação entre 80 países analisados. A análise considera o acesso a analgésicos, equipes de saúde multidisciplinares e o próprio tratamento da morte como um assunto a ser evitado ou naturalizado.
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    Dois pesquisadores da Austrália fizeram essa pergunta a 150 profissionais da área da saúde, entre médicos, dentistas e nutricionistas, e ficaram decepcionados com o que ouviram. A energia contida na maioria dos alimentos que ingerimos é eliminada pelos pulmões, na forma de CO2 Michal Jarmoluk/Pixabay Nas aulas de física e química aprendemos que energia não se cria nem se destrói. Ela, na verdade, se transforma. Com base na chamada lei da conservação das massas, o professor Andrew J. Brown e o pesquisador Ruben Meerman, da Universidade de South Wales, na Austrália, lançaram a pergunta: para onde vai a gordura que é transformada em energia quando perdemos peso? A pergunta foi feita a 150 profissionais da área da saúde, entre médicos, dentistas e nutricionistas. A resposta, contudo, surpreendeu os dois especialistas. Cerca de 98% erraram. Isso significa que apenas três das 150 pessoas souberam explicar o que acontece com a gordura que perdemos quando emagrecemos. A maioria dos que foram desafiados com a pergunta disse que os quilos que perdemos se transforma em calor. Isso é fisicamente impossível porque, segundo os especialistas, viola a lei da conservação das massas que prevê que, num sistema fechado em que ocorre uma reação química, todos os átomos que estiveram ali no início da reação, estarão lá no final. Outros argumentaram que a gordura se converte em músculo. Algo que, de acordo com Meerman e Brown, também é impossível. Teve gente que disse que o peso é eliminado por meio das fezes. Nenhuma dessas explicações, contudo, é o que realmente acontece. O peso que perdemos emagrecendo vai, principalmente, para os pulmões. "Quando alguém perde 10 kg de gordura, 8,4 kg são exalados como CO2. Os pulmões são, portanto, o principal órgão excretor da perda de peso", dizem os especilistas no artigo, ponderando que uma porcentagem menor de gordura é eliminada por outas formas como, por exemplo, ureia e suor. Ao divulgarem a explicação na publicação acadêmica "British Medical Journal", os dois cientistas especializados em processos biomoleculares e biotecnologia tornaram público o episódio com os 150 profissionais da saúde que os deixaram decepcionados. Eles justificaram o artigo alegando haver até mesmo entre profissionais "surpreendente ignorância e confusão sobre o processo metabólico da perda de peso". Segundo o artigo de Brown e Meerman, a gordura eliminada se converte, principalmente, em dióxido de carbono e em água. O CO2 é exalado pelas vias aéreas e a água passa pelo sistema circulatório até ser eliminada na forma de urina e suor. Mas, de acordo com os especialistas, quase tudo o que comemos "sai" pelos pulmões. Especialistas dizem que todos os carboidratos e quase toda a gordura que consumimos são convertidos em CO2 e H2O. O álcool também. O mesmo ocorre com as proteínas, ainda que algumas se transformem em ureia, que também é eliminada na forma de urina e suor. O único tipo de alimento que chega ao intestino intacto e é eliminado nas fezes é a fibra de alimentos como milho, trigo e outros tipos de grão. Expirar mais é um caminho para perder peso? Então, se a gordura é eliminada através dos pulmões, poderemos perder mais peso se conseguirmos elevar o ritmo da nossa respiração? Não, dizem os especialistas. Eles afirmam que hiperventilar pode causar tontura e até nos deixar inconscientes. A única maneira saudável de perder a gordura em excesso é, por um lado, reduzir as calorias que ingerimos e, por outro, aumentar consistentemente a quantidade de dióxido de carbono que expelimos, movimentando os músculos com mais atividade física. Infelizmente, não existe maneira fácil de perder peso. A fórmula antiga é ainda a mais eficiente: gastar mais calorias do que se consome.
  3. Síndrome é complexa e envolve hipotonia, que é a fraqueza muscular. Síndrome de Prader-Willi: diagnóstico precoce melhora a qualidade de vida A síndrome de Prader-Willi é uma doença genética rara. Quanto mais cedo ela for descoberta, melhor a qualidade de vida da criança. “É uma síndrome bem complexa, que envolve hipotonia, que é a fraqueza muscular. As crianças não têm saciedade. São crianças que têm uma fome intensa e isso acaba levando à obesidade. Também tem o atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, alteração cognitiva e psicológica”, explica a endocrinologista pediátrica Ruth Rocha Franco. A Ana foi adotada aos 2 anos e meio de idade, mas foi só quando ela tinha cinco anos que a família chegou ao diagnóstico da síndrome. “Ela já tinha tido vários agravantes. Ela tava com sobrepeso. Só que a gente conseguiu reverter muitas coisas. Crianças que têm diagnóstico tardio não conseguem reverter muita coisa”, conta a irmã da Ana, Mariana Scheiner. Com a Valentina, filha da Liane Mofarrej, os primeiros sinais vieram na gestação. “Ela tava com baixo peso dentro da barriga. Precisamos fazer a cesárea de emergência e ela foi direto para a UTI. Quando nasceu não chorou, era um bebê molinho”, conta a mãe. O diagnóstico demorou dois anos. Veio no segundo teste genético. Mesmo sem saber o que a filha tinha, Liane começou o tratamento com fisioterapia e fonoaudiologia. Isso fez muita diferença. “Ela começou a andar com 1 ano e sete meses. Foi tendo mais autonomia, conquistas, mas tudo lentamente. Quando ela fez três anos deu um salto de independência, comer sozinha”. A endocrinologista lembra que a alimentação é fundamental, assim como atividade física. “A única medicação comprovada cientificamente que faz diferença é o hormônio de crescimento. Temos estudos que mostram que, quanto antes o bebê começar a usar, melhor. Melhora principalmente a parte cognitiva”. A Liane montou, com outras mães e pais, a Associação Brasileira de Prader-Willi, que produz materiais para divulgação da doença entre profissionais de saúde e cadastra pessoas com a síndrome. “A gente precisa que o diagnóstico precoce aconteça no Brasil. Quando isso não acontece, entrar com terapias e com cuidado desde cedo é fundamental”. A Mariana, irmã da Ana, se formou em biomedicina e desenvolve uma pesquisa para criar uma forma de diagnosticar a doença nos primeiros momentos da vida. O objetivo é provar que o teste é eficaz e viável para ser adotado pelo SUS quando um recém-nascido apresentar as características da síndrome. A importância do teste do pezinho
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    O teste avalia substâncias que podem estar em excesso ou faltando no organismo e que podem ser sinais de algumas doenças. Teste do pezinho: hoje é possível testar até 48 doenças, mas os custos são altos. Por isso o SUS não cobre todos. Augusto Carlos/TV Globo O teste do pezinho é um exame obrigatório que detecta doenças genéticas. No SUS, a triagem básica investiga seis doenças que se não forem tratadas podem levar a problemas de desenvolvimento e deficiência intelectual. São elas: Fenilcetonúria Hipotireoidismo congênito Anemia falciforme e outras hemoglobinopatias Fibrose cística Hiperplasia adrenal congênita Deficiência de biotinidase Teste do pezinho pode ajudar no diagnóstico precoce de várias doenças O teste avalia substâncias que podem estar em excesso ou faltando no organismo e que podem ser sinais de algumas doenças que geram problemas de desenvolvimento e deficiência intelectual. Ele não é um teste genético, mas pode detectar doenças que têm origem genética. Teste do Pezinho: uma declaração de amor ao seu filho Hoje é possível testar até 48 doenças, mas os custos são altos. Por isso o SUS não cobre todos. Quando ele deve ser feito? Logo após as primeiras 48 horas de vida do nascimento e até o 5º dia de vida. Ele é feito por meio de gotinhas de sangue colhidas no calcanhar do bebê. Não é a marca de pezinho feita como registro. Doença genética dificulta a metabolização da proteína Doenças genéticas e testes genéticos O que são as doenças genéticas? O Bem Estar conversou nesta quinta-feira (20) com a diretora do Centro de Pesquisa do Genoma Humano da USP Mayana Zatz e com a pediatra geneticista e consultora da Apae de São Paulo Flávia Piazzon sobre o assunto. As doenças genéticas têm origem em alteração no nosso DNA. Podem estar ligadas a alterações nos cromossomos, genes específicos, conjunto de genes ou à interação de genes e ambientes. Nem todas as doenças são herdadas dos pais. Os testes genéticos avaliam essas alterações. Eles são recomendados quando há sinais de que uma pessoa possa ter uma doença genética. Entretanto, alguns testes não fazem diferença e os resultados são mera curiosidade. Bem Estar - Edição de Quinta-feira, 20/09/2018 Síndrome de Prader-Willi: diagnóstico precoce melhora a qualidade de vida
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    Quase sempre se trata de uma questão sensível, por isso evite referências a qualquer tipo de declínio Mesmo que você sempre tenha considerado seus pais pessoas independentes, que souberam cuidar da vida profissional e da financeira, conversar sobre a administração do dinheiro é importante. Consultores financeiros recomendam a regra dos 40/70: se você está se aproximando ou já entrou na casa dos 40 e, seus pais, na dos 70, abordar o tema pode evitar que as coisas saiam do controle – por exemplo, quando os filhos descobrem que contas não foram pagas, há cheques devolvidos ou compras que fogem do padrão costumeiro. Quase sempre se trata de uma questão sensível, porque inverte os papéis familiares nos quais as relações familiares estão assentadas. Introduza o assunto com cuidado – pode até ser de um jeito casual, como se não fosse algo relevante – e nunca no meio de um monte de gente. Evite também referências a qualquer tipo de declínio físico ou mental. Falar sobre o orçamento dos pais: a mensagem a ser passada é a de que você e seus irmãos querem ajudar, e não controlar a vida deles https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:Search&limit=500&offset=0&profile=default&search=old+couple&searchToken=1lvael85b4jeavmcoufdkoego#/media/File:You_wait_a_couple_of_years_(5720430118).jpg A velhice não é um período homogêneo e compreende diferentes estágios: até os 70 anos, os indivíduos atualmente são considerados idosos jovens. Muitos ainda trabalham e mantêm sua independência e autonomia. Talvez seja a ocasião mais propícia para começar essa conversa em pé de igualdade. Entre os 70 e 80, as doenças crônicas se manifestam com maior frequência e talvez surjam as primeiras limitações. Mesmo depois dos 80, se não há uma restrição severa de saúde, todos prefeririam morar em suas casas, sem mudanças significativas em sua rotina. No entanto, é nessa fase que os quadros de demência se tornam mais comuns – e se nada foi discutido antes, muitas das decisões a serem tomadas poderão ser o oposto do que seus pais desejariam para o fim de suas existências. A mensagem a ser passada é a de que você e seus irmãos querem ajudar, e não controlar a vida deles. É fundamental respeitar seus pontos de vista, de forma que não se sintam tutelados. O ideal é ter acesso a todas as informações sobre as finanças: contas em débito automático ou não, contas bancárias, cartões de crédito, empréstimos, investimentos, seguros, certidões (nascimento, casamento etc.). Isso inclui a lista de logins e senhas – ainda que você não fique com uma cópia da relação, peça que indiquem onde está guardada, para o caso de uma emergência. Se as partes concordaram, uma procuração por instrumento público vai autorizá-lo (a) a resolver questões financeiras. A consultora financeira Lisa Andreana, autora de “Financial care for your aging parent”, lembra que, muitas vezes, o processo é doloroso porque os filhos não querem admitir que seus pais estão se aproximando do fim da vida. Há também os que temem confrontos ou se sentem despreparados para tomar decisões, e aqueles que acham que, ao dar esse passo, terão que assumir a função de cuidadores em tempo integral. O papel não é fácil e provavelmente terá algum impacto no campo profissional e nos relacionamentos afetivos e familiares. Mas é quando você terá uma chance concreta de retribuir.
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    Um outro caso suspeito está sendo investigado e pode ser confirmado em breve, diz governo do país. Ilustração em 3D mostra a bactéria Streptococcus pyogenes Jennifer Oosthuizen/CDC O governo da Argentina confirmou nesta terça-feira (18) três novas mortes devido a uma infecção bacteriana que já matou nove pessoas no país. Esse número pode aumentar, já que um outro caso suspeito ainda está sendo investigado. As autoridades confirmaram que as mortes foram causadas pela bactéria Streptococcus pyogenes. As vítimas são uma criança na província de Catamarca, um jovem de 15 anos em Río Negro e um homem de 77 anos em Mar del Plata. No domingo (16), foi confirmada a morte de uma criança de dois anos que frequentava uma creche em Olivos, nos arredores de Buenos Aires. Ela estava de férias com a família nos Estados Unidos, onde foi diagnosticada com angina. A imprensa local diz ser provável que essa morte também tenha ocorrido devido a uma infecção pela bactéria, o que ainda não foi confirmado oficialmente. O Ministério da Saúde da província de Buenos Aires afirma que o caso está sendo estudado. No último boletim de vigilância epidemiológica, a Secretaria de Saúde informou que de 19 de agosto a 14 de setembro foram identificados 16 casos de doença pela bactéria Streptococcus pyogenes. Sete infecções ocorreram na província de Buenos Aires, sendo que três ocorreram na capital. Outros três casos foram registrados em Catamarca. Também há surtos em Misiones (nordeste), Santa Fe (noroeste de Buenos Aires) e Río Negro (sul), com um caso em cada uma dessas províncias. A Streptococcus pyogenes, que afeta especialmente os mais jovens, gera sintomas como febre, dor de garganta, vômitos, intolerância a alimentos, dificuldade de respiração, anginas, faringite e ferimentos na pele. As autoridades argentinas já estudam os motivos da gravidade dos casos registrados nas últimas semanas e não descartam uma mutação que esteja causando o aumento da agressividade da bactéria.
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    Dados foram atualizados pelas secretarias estaduais de saúde nesta quarta-feira (19). Outros 7.812 da doença ainda são investigados. Vacina contra o sarampo continua disponível na rede pública mesmo após o final da campanha Victor Lima/Seicom/Prefeitura Municipal de São Vicente O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (19) os dados mais recentes sobre o sarampo no Brasil. Até a segunda-feira (17), o país teve 1.735 casos confirmados e nove mortes devido à doença. Outros 7.812 registros ainda são investigados pelos órgãos de saúde. Os estados do Amazonas e de Roraima são os únicos que apresentam surto. Eles são responsáveis por 1.358 (72%) e 310 (17%) dos 1,7 mil casos confirmados, respectivamente. Casos confirmados de sarampo até esta segunda-feira (17) Entre as nove mortes confirmadas, quatro ocorreram em Roraima (três estrangeiros e um brasileiro) e quatro no Amazonas (todos brasileiros, sendo dois de Manaus e dois de Autazes). Apenas uma morte foi registrada no Pará (indígena Venezuelano). A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo terminou na sexta-feira (14). Mais de 95% das crianças de a 1 a 5 anos foram imunizadas. Independente disso, as vacinas contra as duas doenças estarão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) durante o ano inteiro. Veja o que é #FATO e o que é #FAKE sobre imunização Vacina do SUS contra o sarampo pode ser aplicada em adultos e crianças; entenda Quem pode tomar a vacina? Pessoas de todas as idades, diz Isabela Ballalai, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim). O Ministério da Saúde, no entanto, disponibiliza duas doses para os indivíduos entre 12 meses e 29 anos. Na rede pública, também é possível a vacinação gratuita até os 49 anos (nesse caso, uma dose é administrada). "Os indivíduos acima de 50 anos provavelmente já pegaram a doença e já estariam imunizados pelas altas taxas de vacinação nos mais jovens. Mas nada impede que procurem a vacina individualmente", afirma Isabela. Quem não pode tomar a vacina? Gestantes, casos suspeitos de sarampo, crianças menores de seis meses de idade e pessoas imunocomprometidas (com doenças que abalam fortemente o sistema imune) . A vacina é segura? Sim, afirmam o Ministério da Saúde e a SBim (Sociedade Brasileira de Imunizações). Ela é feita de vírus atenuado (enfraquecido) e em décadas de imunização no mundo inteiro, apenas casos de alergia a produtos do leite contidos na vacina foram reportados. Hoje, no entanto, há vacinas sem traços de lactoalbumina (proteína do leite da vaca). Não lembro se tomei a vacina. Devo tomar? "No sinal de qualquer dúvida sobre se tomou a vacina ou não, ou se teve a doença no passado, vale tomar a vacina. Na pior das hipóteses, a pessoa vai se imunizar à toa", diz Isabela Ballalai. Entenda o que é sarampo, quais os sintomas, como é o tratamento e quem deve se vacinar Infografia: Karina Almeida/G1

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